sábado, 20 de fevereiro de 2010

INSONE

Depois do pranto
Doído de ausente
Hora do sono
Viro de lado
Viro do outro
A falta de frente
Saudade de quê?
Olhos de espanto
Acordar sem porquê
Diante do além
Dia de nuvem
Tudo de novo
Eu de repente
Aqui, sem ninguém

2 comentários:

  1. vc é fantástico na colocação das palavras... sou teu fã nº 1

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  2. Lindo o poema... senti aqui o que está escrito aí! E... sabemos muito bem o sabor da insônia né amigo? Continue escrevendo... Amei o blog!

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